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terça-feira, 14 de maio de 2013

Angelina Jolie faz mastectomia e fala sobre o assunto. Um grande exemplo para as mulheres.







Há muito tempo a gente vem ouvindo boatos aqui e ali de que Angelina Jolie estaria doente. Pois a atriz desmentiu todos eles com uma declaração surpreendente: sim, ela passou por uma cirurgia, mas não por estar estar doente e sim para evitar uma doença. A atriz publicou um artigo no New York Times ontem no qual revelou ter passado por uma dupla mastectomia preventiva ao saber, após uma bateria de exames, que tinha 87% de chance de desenvolver câncer de mama e 50% de desenvolver câncer de ovário. “Ao saber que essa era minha realidade, decidi ser
preventiva e diminuir o risco o máximo possível. Comecei com os seios, já que meu risco de desenvolver câncer nas mamas é maior que nos ovários, e a cirurgia é mais complexa”, escreveu a atriz, que disse ter tomado a iniciativa de compartilhar o que passou com o público na esperança de que outras mulheres possam se beneficiar com sua experiência: “Câncer ainda é uma palavra que causa medo no coração das pessoas e uma sensação profunda de impotência. Mas hoje é possível descobrir com um exame de sangue se você tem mais chances de desenvolver câncer de mama ou ovário e então agir”, continuou Angelina Jolie, que após a dupla mastectomia seguiu com a reconstrução dos seios por meio de implantes.
A atriz contou ainda que já se pegou algumas vezes tentando explicar a doença aos filhos quando o assunto é sua mãe, que perdeu uma batalha de dez anos para o câncer de ovário em 2007 – o que resultava nas crianças a perguntando se um dia o mesmo poderia acontecer com ela: “Quis escrever para dizer às outras mulheres que a decisão de fazer uma mastectomia não foi fácil, mas estou muito feliz de tê-la tomado. Minhas chances de desenvolver câncer de mama caíram de 87% para menos de 5%. Posso dizer a meus filhos que eles não precisam achar que vão me perder para o câncer de mama”.
Como não podia deixar de ser, Angelina Jolie declarou-se ao noivo Brad Pitt, “tão amável e solidário”, deixando um recado aos homens: “A qualquer um que tem uma mulher ou namorada passando por isso, saiba que você é uma parte muito importante da transição. Brad estava no Pink Lotus Breast Center, onde eu me tratei, todos os minutos das cirurgias. Conseguimos encontrar momentos para rirmos juntos. Nós dois sabíamos que essa era a coisa certa a fazer pela nossa família e que isso só nos deixaria ainda mais próximos. E foi o que aconteceu”. Para as mulheres que estão passando pela batalha do câncer de mama e ponderam uma mastectomia, a atriz passa força: “Não me sinto menos mulher em nenhum aspecto. Sinto-me poderosa por ter feito uma escolha tão forte que de forma alguma diminui minha feminilidade.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Criar um filho até os 23 anos no Brasil pode custar até R$ 2 milhões

A pesquisa faz cálculos para quatro classes sociais: A (renda maior que R$ 25 mil por mês), B (de R$ 6.000 a R$ 25 mil), C (de R$ 2.000 a R$ 5.999) e D (menos de R$ 2.000) --veja a tabela abaixo.
Os dados apontam que os gastos crescem com a idade. Até os quatro anos, por exemplo, o custo/ano vão até R$ 63 mil --dos 20 aos 23 anos chega a R$ 122 mil.
Para o presidente do Invent e responsável pela pesquisa, Adriano Maluf Amui, vale mais a pena usar da melhor maneira possível o que se tem no bolso e construir
uma família organizadamente do que viver de altos e baixos financeiramente.
"Planejar não significa adotar uma postura radical e inflexível, como muitos pensam. Um exemplo simples de planejamento é: se você investir R$ 100 por mês desde
o nascimento do seu filho em um investimento que renda 10% ao ano, aos 18 anos terá poupança de R$ 57.670", afirma.


Tipo de gasto
CLASSE A (acima de R$ 25)
CLASSE B (de R$ 6.000 a R$ 25 mil)
CLASSE C (de R$ 2.000 a a R$ 5.999)
CLASSE D (até R$ 2.000)
Alimentação
115,2 mil
96 mil
45,8 mil
23 mil
Babá e adicional empregada doméstica
170,4 mil
151,2 mil
zero
zero
Energia, telefone e TV a cabo
59,4 mil
51 mil
15,6 mil
5.760
Alimentação escolar
46,8 mil
26,7 mil
15 mil
zero
Berçário, ensino fundamental e médio e universidade
453,6 mil
206,4 mil
96 mil
zero
Cursos diversos
56,5 mil
26,4 mil
16,8 mil
zero
Materiais didáticos, livros, CDs e revistas
25,2 mil
21,6 mil
17,7 mil
zero
Mesada
74,9 mil
52,4 mil
24 mil
zero
Transporte
46,5 mil
32,4 mil
15,6 mil
zero
Academia, clube e associações
56,8 mil
31,2 mil
14,4 mil
zero
Cinemas, teatros e shows
30,2 mil
15,6 mil
9.600
4.800
Festas de aniversário
200,7 mil
24 mil
9.600
zero
Viagens, férias e passeios
133,2 mil
24 mil
5.200
zero
Fundos/investimentos
149,5 mil
28,8 mil
4.800
zero
Despesas diversas e farmácia
37,3 mil
21,2 mil
18,2 mil
zero
Médicos particulares, pediatra e dentista
36,9 mil
zero
zero
zero
Plano de saúde
83,5 mil
57,6 mil
56,4 mil
zero
Brinquedos, informática, telefonia e novas tecnologias
160,7 mil
36,6 mil
15,6 mil
zero
Roupas e calçados
148,8 mil
45 mil
26,8 mil
20,1 mil
Total
2,08 milhões
948,1 mil
407,1 mil
53,7 mil


 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A Importância da Fotografia

Essa montagem feita pelo Humor na Faixa  é para você que acha que está tudo mundo esperando ~ansioso~ por você postar a sua próxima refeição ou ida na balada. Clique na imagem para ampliar!


6 fatos que você deve saber sobre a vagina

Talvez, alguns pensem que esse artigo dirigi-se às mulheres apenas, mas saibam que não é exclusivo do sexo feminino. Ambos os sexos podem extrair informações úteis sobre a vagina. Então, clique e confira!


Os 6 fatos que você não pode deixar de saber são:

1°) A palavra ‘vagina’
Chamamos de vagina todas as partes íntimas da mulher, mas cientificamente a vagina é só uma parte de um conjunto maior. O que nós apelidamos de vagina é chamado de vulva – que inclui lábios internos e externos, o clitóris e a entrada da uretra e da vagina. A vagina de verdade é uma estrutura interna, o ‘caminho’ para o resto do sistema reprodutivo: útero, ovários e tubas de Falópio.

2°) Exercícios Kegel
Se você é leitor/a habitual de revistas femininas, já deve ter ouvido falar dos exercícios Kegel, que fortalecem a musculatura vaginal e permitem que a mulher movimente seus ‘países baixos’ de forma diferente durante o sexo, facilitando o próprio orgasmo. Estes exercícios, que podem ser praticados de forma imperceptível, também ajudam quem tem problema com incontinência urinária. Para praticá-los, basta contrair seus músculos da região vaginal como se você quisesse interromper um ‘xixi imaginário’. Tente não contrair as nádegas e os músculos da perna durante o exercício. Segure os músculos contraídos por alguns segundos e depois relaxe.

3°) Corrimentos
Alguns corrimentos são normais, mas a mulher deve se preocupar quando tem um fluxo muito grande, quando o cheiro é forte e quando causa dor. Muitas, por vergonha, tentam diagnosticar seu corrimento através daquela pesquisa básica do Google e acabam se auto-medicando. Vale sempre procurar um médico – há corrimentos que são causados por infecções e até por doenças transmitidas sexualmente.

4°) Sexo mantém a vagina saudável – especialmente durante a menopausa
Durante a vida de uma mulher há fases (o pós parto e a menopausa, por exemplo) que podem deixar a vagina mais ressecada. Isso acontece porque os níveis de estrogênio caem – e pode ser uma fonte de desconforto e até de dor para a mulher. Nesses casos, fazer sexo com camisinha e com o uso de lubrificante pode ajudar a deixar a vagina dilatada e mais saudável.

5°) Há bactérias boas
Existem bactérias na vagina que fazem bem para a mulher, mantendo o Ph da região saudável. Mas, como sempre, também podem haver bactérias prejudiciais. Quando a flora bacteriana está fora desse balanço, odores ruins e sensações de queimação podem surgir. Isso pode acontecer dependendo do produto que a mulher usa para fazer sua higiene. Médicos recomendam usar sabonetes específicos para a região íntima ou apenas água para a região interna e usar sabonete normal apenas na parte externa.

6°) O clitóris
Você sabia que o clitóris tem 8mil terminações nervosas? Por isso ele é tão significativo na hora do sexo. Mas ele não é apenas a parte visível – ele se estende por dentro da vagina por mais três polegadas (em média), que são como raízes de uma árvore.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TPM é mito machista, segundo pesquisadora canadense

Não há evidência científica de que a maioria das mulheres fique temperamental e irritadiça na fase que antecede o período menstrual.

Pesquisadoras da Universidade de Toronto revisaram 47 estudos em língua inglesa que tentaram acompanhar alterações de humor femininas no ciclo menstrual.

Resultado: apenas sete das pesquisas mostravam uma relação direta entre mau humor e período pré-menstrual.

Coincidentemente, nenhum desses sete trabalhos que atestavam a existência da TPM tinha sido feito às cegas. Isto é: as participantes sabiam que o assunto pesquisado era TPM e podem ter sido sugestionadas.

"Existe uma crença social de que as mulheres são instáveis, mal-humoradas e irracionais na semana que antecede a menstruação. Nossa pesquisa desconstrói essa tese. Descobrimos que a tensão pré-menstrual é um mito, algo que não acontece com a maioria das mulheres", afirma Gillian Einstein (isso mesmo, é o sobrenome dela), que é professora de psicologia e saúde pública e responsável pelo estudo.

A pesquisa canadense foi feita por um grupo de cinco psicólogas e psiquiatras do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Saúde da Mulher e publicada em outubro deste ano pela revista acadêmica "Gender Medicine".

As pesquisadoras consideram que a TPM seja uma espécie de lenda usada para diminuir as mulheres, mas não contestam a existência do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) - doença que afeta 5% da população feminina e inclui sintomas como depressão, fadiga e insônia. Também não contestam as alterações físicas causadas pela menstruação, como cólica e inchaço. O foco do trabalho é só o humor.

"Sabemos que existe uma queda hormonal nessa fase, mas isso não é suficiente para abalar a maior parte das mulheres. Poucas das entrevistadas que foram selecionadas de modo randômico e não sabiam o objetivo da pesquisa relataram ter TPM", explica Einstein à Folha.

Para ela, a supervalorização da TPM encobre os reais motivos da irritação feminina: "Grande parte das mulheres vive em condições estressantes, com acúmulo de tarefas e falta de suporte social e econômico. É preciso ter uma visão mais crítica sobre a TPM, pensar em quem lucra com essa explicação simplista de que mulheres ficam mal de vez em quando porque essa é a natureza delas", conclui.

A tese mais aceita pelos ginecologistas hoje é a de que a TPM é fruto de uma queda dos níveis hormonais. Ao se preparar para a menstruação, o corpo reduz a produção de estrogênio e progesterona, o que implica em redução na produção de serotonina e noradrenalina, neurotransmissores que controlam o humor. 







  
EXISTE, SIM

A compulsão por doces que as mulheres sentem nesse período é uma das provas de que TPM de fato existe, diz a ginecologista Carolina Ambrogini, da Unifesp: "O açúcar forma triptofano, substância que serve como substituto momentâneo da serotonina".

Segundo a médica, 80% das mulheres sofrem de algum sintoma no período pré-menstrual, como cólica e enxaqueca. Dessas, 40% têm alterações de humor.

"Existe muito exagero em torno da TPM. As mulheres não ficam descontroladas, a maioria tem uma mudança de humor muito sutil. Mas daí a negar a existência dessa condição já é demais", opina.

Para reduzir os efeitos no humor, a ginecologista recomenda que a mulher faça exercícios para produzir endorfina e durma menos: "Parece esquisito, mas a produção de melatonina, hormônio que regula o sono, usa serotonina. Dormir um pouco menos economiza serotonina". 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Efeito do riso lembra o de exercício intenso

O riso é uma espécie de exercício físico? Essa pergunta está no centro de um estudo sobre o riso e a dor que salienta como nossos corpos e emoções podem estar entrelaçados.

Para o estudo, publicado na "Proceedings of the Royal Society B", pesquisadores da Universidade de Oxford recrutaram voluntários e tentaram fazê-los rir.

A maioria das pessoas pensa no riso como uma reação a algo engraçado, ou seja, como uma emoção. Mas o riso é fundamentalmente uma ação física.

"O riso envolve a exalação repetida e forçada de ar dos pulmões", diz Robin Dunbar, professor de psicologia evolutiva em Oxford, que chefiou o estudo.

"Os músculos do diafragma têm de trabalhar com força." Assim, o riso prolongado pode ser doloroso e exaustivo, como um exercício intenso.

Mas o riso provoca uma reação fisiológica semelhante à do exercício físico? Se sim, o que isso pode revelar sobre a natureza do esforço intenso?

Para descobrir, Dunbar e seus colegas fizeram os voluntários assistirem, tanto sozinhos quanto em grupo, a uma série de videoclipes que eram cômicos ou documentários factuais.

Antes disso, os voluntários se submeteram a testes que mediram seus limites de dor. Foi computado por quanto tempo eles conseguiam tolerar o aperto de um aparelho de pressão sanguínea ou o frio de um invólucro congelado.

A decisão de introduzir a dor deriva de um dos mais conhecidos efeitos do exercício intenso: ele faz o corpo liberar endorfinas.

As endorfinas são conhecidas por "seu papel crucial na administração da dor", escreveram os autores do estudo, e por induzir uma sensação de calma e bem-estar.

É difícil estudar diretamente a produção de endorfinas, já que grande parte da ação ocorre dentro do cérebro em funcionamento e exige uma punção lombar para ser monitorada, diz Dunbar. Por isso, ele e seus colegas recorreram aos limites de dor, um marcador indireto da produção de endorfina. Se o limite de dor de uma pessoa aumenta, ela deve estar com um alto nível de analgésicos naturais.

Nos experimentos do doutor Dunbar, os limites de dor aumentaram depois que as pessoas assistiram a vídeos engraçados, mas não depois que viram os documentários factuais.

A única diferença entre os dois experimentos foi que em um deles as pessoas riam, uma reação física que os cientistas quantificaram com monitores de áudio. Eles podiam ouvir os voluntários dando gargalhadas. Quando os músculos abdominais dos voluntários se contraíam, os níveis de endorfina aumentavam, e tanto seus limites de dor quanto sua sensação geral de prazer cresciam.

Em outras palavras, era o ato físico de rir que promovia, pelo menos em parte, o prazer de assistir à comédia.

Ou, como escreveram os autores do estudo, "a sensação aumentada nesse contexto provavelmente deriva do modo como o riso provoca a absorção de endorfina".

No estudo, as pessoas também riam com maior facilidade e gosto quando assistiam aos vídeos cômicos em grupo do que quando estavam sozinhas.

Também os limites de dor aumentavam mais depois das sessões em feitas em grupo.

Mas Dunbar diz que não espera que o riso forçado produza as mesmas sensações.

"Um riso forçado não envolve a série de exalações repetidas e desinibidas que são necessárias para produzir o efeito da endorfina", diz. Com o riso, assim como com o exercício, parece que realmente não há progresso sem um pouco de dor.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Coisas escondidas em seu computador que você não sabe

1 - Em versões antigas do Google Earth segure CTRL + ALT + A por um tempoque o Google Earth vira um Jogo de Simulador de Vôo.

2 – Abra o Mozilla Firefox, digite na barra de endereço: about:mozilla, vai aparecer um versiculo do “Livro do Mozilla” com um verso meio que satanico. Depois de ler esse versículo, forme a frase que está em negrito.
Tente também about:robots, vão aparecer algumas coisas sobre rôbos.

3 – Vá ao Menu Iniciar>Programas>Acessórios>Calculadora. Clique no Menu da Calculadora na opção Exibir, Mude para opção Científica.
Agora digite 12237514 e depois pressione a tecla F5.

4 – Abra o Google, digite: Google Mirror, aperte o Botao Estou com Sorte, e a Google vai ficar envertido (como se você estivesse dentro do computador).

5 – Abra o Microsft Word e digite =rand(100,100) ou =rand(200,99) (tanto faz, os dois têm o mesmo efeito) e em seguida pressione Enter, vai aparecer várias linhas de texto.
6 – Abra o Word e digite: Q33 NY (endereço da quadra onde ficavam as torre gêmeas do World Trate Center do atentado de 11 de setembro) aumente a fontepara 72, escolha a fonte Wingdings… Estranho, não?

7 – Animação no Powerpoint 97:
1) Abra o Powerpoint
2) Clique em ajuda
3) Clique em sobre o Microsoft PowerPoint
4) Pressione Ctrl + Shift e clique duas vezes com o mouse no logotipo doprograma
5) Uma animação mostra o nome dos dos desenvolvedores

8 - Pinball no Word 97:
1) Crie um novo documento
2) Escreva a palavra Blue (com a primeira letra em maiúscula)
3) Selecione a palavra, deixe-a com a cor azul e depois coloque-a em negrito
4) Acrescente um espaço após a palavra Blue
5) Entre no menu ajuda e escolha a opção sobre o Microsoft Word
6) Pressione Ctrl + Shift e clique com o mouse sobre o logotipo do Word à esquerda
7) Tcharam! Para mover os flippers use as teclas Z e M. Para sair, pressione Esc.

9 – Erro no jogo Paciência aperte Alt + Shift + 2.

10 – Abra o Microsoft Sam (Encontrado no Painel de Controle, no tópico Fala) e digite soy ou soi. Uma voz macabra fala.

11 – Veja um musiquinha sinistra, de 5:25, que o seu computador tem: Coloque na barra de endreços: C:\Windows\system32\oobe\images\title.wma

Nota: Todos os tópicos foram testados, nenhum deles é prejudicial ao seu computador. Os testes foram feitos com Windows XP, acredita-se que grande parte dos tópicos só funcione com este sistema operacional.

TESTE EM SEU PC E DIGA QUAL FUNCIONOU E O QUE VOCÊ ACHOU!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Para perder peso é mais eficiente comer menos do que fazer atividades físicas

O último round da disputa científica entre dieta e exercício físico (qual emagrece mais?) foi vencido pela mudança alimentar.


Atividade física até ajuda a perder uns quilos, mas quem está acima do peso --48,5% da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde-- precisa fechar a boca para ter resultado, de acordo com pesquisas recentes.

Uma delas, publicada em outubro último no periódico "Obesity Reviews", analisou os resultados de 15 trabalhos. Todos mediram o efeito de atividades físicas, como caminhada ou corrida, em pessoas que não fizeram mudanças na dieta.

As conclusões não animam. Na maioria dos estudos (que envolveram 657 pessoas e duraram de três a 64 semanas), a perda de peso foi menor do que a esperada.

"Algumas pessoas conseguem emagrecer bastante, mas, em geral, a prática de atividade física resulta em uma perda de apenas dois ou três quilos", disse à Folha Timothy Church, um dos coordenadores do trabalho. Ele é médico do Centro Pennington de Pesquisa Biomédica, em Louisiana (EUA).

COMPENSAÇÃO

Se toda atividade física causa queima energética e se para emagrecer basta ter um saldo negativo (gastar mais do que ingerir), por que a conta nem sempre fecha?

O trabalho de Church levanta algumas hipóteses. Segundo a principal delas, quem faz exercício acaba compensando a perda de calorias comendo mais. Isso aconteceu em pelo menos dois artigos analisados.

"Não sabemos por que isso ocorre, estamos estudando melhor agora", afirma.

Para o médico do exercício Marcelo Leitão, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, é comum as pessoas superestimarem os efeitos da atividade física.

"As pessoas têm uma noção errada de que se fazem exercícios podem comer o que quiserem. Se você fizer uma hora de atividade e depois tomar uma cervejinha, já recuperou o que perdeu."

Para gastar 500 calorias (meta diária de quem quer perder meio quilo por semana) é preciso fazer uma hora de atividade de alto impacto, como uma aula de "jump". O esforço pode ir embora em dois pedaços de pizza.

"Uma hora de caminhada por dia muda indicadores de saúde, mas não necessariamente faz perder peso", acrescenta Leitão.
  

FAZENDO AS CONTAS

"É muito mais fácil cortar calorias do que gastar. As dietas, em geral, são supercalóricas", afirma Julio Tirapegui, bioquímico e pesquisador da Universidade de São Paulo.

Uma pessoa com sobrepeso pode consumir mais de 3.000 calorias por dia e um obeso chega a 5.000, segundo o médico argentino Máximo Ravenna, autor de "A Teia de Aranha Alimentar" (Guarda-Chuva, 264 págs., R$ 38). "Não tem como compensar isso com exercício. Tem que reduzir pelo menos 40% da ingestão de alimentos."

Outro ponto a considerar é que o gasto de energia resultante do exercício não é exato: varia segundo o condicionamento físico e as características pessoais (altura, peso, idade). Na dieta, dá para fazer as contas com precisão e cortar calorias.

Foi calculando tudo que colocava para dentro que Lucélia Bispo, 27, auxiliar administrativa, perdeu 23 quilos em cinco meses, sem exercício. Ela fez uma dieta de pontos de um site especializado.

"Não deixava passar nada, anotava até uma bala", diz ela, que antes já tinha feito regime, sem sucesso.

"Sempre dá aquela impressão de que não vamos poder comer nenhuma besteira. Mas aprendi que se for um pouquinho, tudo pode."

O recorde de Lucélia foi ter perdido 2,3 kg em apenas uma semana.

Depois de emagrecer bastante, ela passou a fazer uma dieta de manutenção. Hoje está com 71 kg. "Só agora vou fazer academia, porque fiquei com um pouco de flacidez."

IMPOSSÍVEL NÃO É

É claro que quem pratica exercícios com regularidade e foge da armadilha da compensação alimentar consegue perder peso.

Na cabeça do psiquiatra Volnei Costa, 31, nunca passou a ideia de fazer regime: "Gosto muito de comer".

Quando viu que precisava emagrecer, manteve o cardápio e começou a treinar pesado seis vezes por semana, alternando musculação e exercícios aeróbicos. Em seis meses eliminou oito quilos --passou de 79 kg para 71 kg. Hoje está com 76 kg. "Ganhei massa muscular", diz.

Abandonar o sedentarismo também foi decisivo para a designer Camilla Pires, 23. Com 21 anos e 85 quilos, ela começou a nadar. A atividade motivou mudanças no cardápio. "Passei a pensar mais no que comia. Estava fazendo muito esforço, não podia desperdiçar."

Por um ano, ela juntou a fórmula dos sonhos dos especialistas: adotou uma " alimentação saudável" e se mexeu mais. Além da natação, passou a correr. Perdeu 24 quilos. "Para mim, o que fez a diferença foi o exercício, mas também parei de comer compulsivamente ", conta.

O pesquisador americano Timothy Church, apesar das ressalvas, admite que, com a atividade física, o emagrecimento fica mais fácil. E até dá a receita: 150 minutos de caminhada rápida por semana e 2 dias de treinamento com pesos (20 minutos por dia).

Para Franz Burini, professor da Unesp e médico da academia Reebok Sport Club, não existe atividade física ideal. "O melhor exercício é aquele que é feito", afirma. E não precisa passar uma hora na academia para ter resultado. "Ser fisicamente ativo é se mexer mais todo o tempo. Tem pessoas que treinam uma hora e ficam paradas as outras 23."

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mr. Burns, de "Os Simpsons", apoia Mitt Romney




O personagem Mr. Burns, do desenho "Os Simpsons", mostrou seu apoio ao candidato a presidência Mitt Romney.
Em um vídeo publicado na última quinta-feira, ele tenta persuadir o cachorro Shamus a escolher o candidato republicano.
Para tanto ele chama os candidatos, que oferecem dois pratos de comida, Brócoli e carne.
"E então, Shamus, quem você gosta mais? Brócoli Obama ou "Meat" (carne, em inglês) Romney?"
Confuso, o cãozinho prefere fugir.
Esta não é a primeira vez que o desenho mostra um de seus personagens escolherem Romney.
Em um episódio exibido em 30 de setembro, Homer Simpson aparece na cabine de votação e escolhe o republicano, mas em seguida acaba se arrependendo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

'Pior restauração do mundo' faz sucesso como fantasia de Halloween

Restauração frustrada de 'Ecce Homo' faz sucesso como fantasia de Halloween. (Foto: Reprodução/Reddit)
A famosa restauração fracassada do Ecce Homo de Borja (Zaragoza, Espanha) continua sendo uma sensação nos Estados Unidos, onde se transformou em um "ícone pop" e, rebatizada jocosamente como "eccemono", deve ser uma das fantasias que mais vai chamar a atenção nas festas de Halloween.


A partir da esquerda, a obra de Elías García Martínez original, deteriorada e depois da 'restauração'. (Foto: AFP)

domingo, 28 de outubro de 2012

A maneira como você dorme e a sua personalidade

 



Todo mundo tem um jeito preferido de dormir. De bruços, de lado, de barriga para cima ou encolhido como um bebê, seja qual for a sua posição favorita, saiba que, segundo pesquisa recente, essa escolha pode revelar traços de personalidade. Não é a primeira vez que tipos de personalidade e as posições na hora do sono têm sido associadas, embora especialistas tenham se pronunciado reticentes esta semana sobre levantamento recém-divulgado. Segundo o especialista Chris Idzikowski, do Centro do Sono de Edimburgo, em 1940, já havia um artigo de psiquiatria atribuindo às pessoas que dormiam de lado a falta de uma certa fibra moral.

Idzikowski entrevistou mais de mil britânicos sobre suas posições preferidas para dormir e pediu que acrescentassem adjetivos para descrever suas próprias personalidades. Analisando a base de dados, o pesquisador encontrou uma relação entre os traços psicológicos e as posições.  Ele ainda acredita que as posições podem ter impactos positivos e negativos em nossa saúde.

1

Barriga para cima
Posturas de barriga para cima tendem a aumentar os problemas respiratórios e ronco, bem como refluxo estomacal. Mas aliviam a pressão mandibular para quem sofre de DTM (disfução temporomandibular).

Braços esticados ao longo do corpo (8%) - Apelidada de "soldado", a posição indicaria pessoas mais rígidas, embora a postura seja bastante conhecida como de relaxamento. São indivíduos mais reservados, muitas vezes calados e que não gostam de arrumar confusão.

Com os braços para cima (5%) - A posição ficou conhecida como "estrela do mar", e indica uma personalidade de bom amigo, daqueles que têm ombros sempre disponíveis para ajudar alguém. São discretos e não gostam de ser o centro das atenções.

2

De lado
A posição lateral é a mais recomendada para dormir, desde que a altura do travesseiro permita que a coluna fique em linha reta, paralela ao colchão, com as pernas levemente flexionadas. Normalmente é a posição em que se respira melhor, proporcionando facilidade para chegar ao sono profundo.

Em posição fetal (41%) - São pessoas geralmente preocupadas e quanto mais encolhidas, maior o conforto que buscam. Segundo Idzikowski , podem ser durões de fachada, mas são sensíveis na realidade. Tendem a ser tímidos ao primeiro contato e a posição é duas vezes mais recorrente entre mulheres do que homens.

De lado, mas com os braços ao longo do corpo (15%) - A posição lembra uma tora ou tronco. Quem dorme assim, se relaciona com facilidade, acredita em estranhos e também pode ser considerado ingênuo.

Braços estendidos para frente (13%) - São os "nostálgicos". Pessoas que buscam seus próprios sonhos, demoram a tomar decisão e não costumam mudar de opinião. Podem ser desconfiados e cínicos.

3

De bruços
Muito usada para eliminar desconfortos, como cólicas e gases, pode gerar outros problemas, como o torcicolo. A postura sobrecarrega a coluna.

Com braços esticados (7%) - É fácil entender por que a posição ganhou o nome de "queda livre", no melhor estilo caiu-ficou. Pessoas assim sentem-se como se suas vidas estivessem fora de controle. Não gostam de críticas.










Boa Noite!!! ^^